Está a realizar-se em Évian-les-Bains, nas margens do Lago Léman, mesmo em frente à cidade suíça de Lausanne e muito próxima da cidade de Genebra, a Reunião anual dos 7 nações mais ricas domundo
A cidade Évian-les-Bains é mundialmente famosa pelas suas termas e por ser a origem da água mineral Evian.
Para além da Alemanha (representada pelo chanceler Friedrich Merz), Canadá (representado pelo primeiro-ministro Mark Carney), Estados Unidos (representados pelo presidente Donald Trump), França (país anfitrião, representado pelo presidente Emmanuel Macron), Itália (representada pela primeira-ministra Giorgia Meloni), Japão (representado pela primeira-ministra Sanae Takaichi), Reino Unido (representado pelo primeiro-ministro Keir Starmer) e União Europeia (representada institucionalmente por Ursula von der Leyen e António Costa), estão presentes também o Brasil, Austrália, Índia, Coreia do Sul, Egipto, Catar, Emirados Árabes Unidos, Síria, Quénia e a Ucrânia.
Lula da Silva discursou na sessão alargada sob o tema "Firmar novas parcerias e reconstruir a solidariedade internacional", onde defendeu que o protecionismo e o unilateralismo não são soluções para os problemas que o mundo enfrenta. Sobre o combate ao narcotráfico, salientou a necessidade de combater de forma conjunta os crimes transnacionais, mas frisou que esse esforço global deve respeitar rigorosamente a soberania de cada Estado. Não se viu Lula a cumprimentar Donald Trump
Os líderes presentes emitiram uma declaração de forte apoio ao novo acordo alcançado entre os Estados Unidos e o Irão, apelaram para que haja uma resposta urgente e global para travar o surto de Ébola, assinaram uma declaração conjunta para acelerar a partilha de dados científicos e coordenar estratégias globais de prevenção e tratamento de doenças oncológicas, ficou definida uma maior cooperação policial e de inteligência para desmantelar as organizações criminosas que lucram com a imigração ilegal, foi adoptada uma declaração para asfixiar as redes financeiras e os canais de distribuição do narcotráfico internacional e reafirmaram o compromisso de manter o apoio financeiro e militar à Ucrânia.